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Workshop sobre EIA e Licenciamento Ambiental na Indústria de Petróleo e Gás: Brasil e Canadá

Data: 
quarta-feira, 26 Abril, 2017 - 15:00 até 17:00

O Programa de Pós-graduação em Energia - PPGE/IEE/USP em conjunto com o Programa de Recursos Humanos PRH-04 e o Research Centre for Gas Innovation - RCGI/USP convidam para o 

WORKSHOP SOBRE EIA E LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS: BRASIL E CANADÁ
 
 
26 abril 2017
15h00 às 17h00
sala do RCGI - prédio da Mecânica - Escola Politécnica da USP
Av. Prof. Mello Moraes, 2231, Cidade Universitária, São Paulo
 
O tema ambiental perpassa as questões econômicas no sentido de possibilitar a conciliação entre a proteção da natureza e as atividades humanas. A indústria de petróleo e gás, por ser considerada de risco, envolve os assuntos específicos relativos aos Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e ao licenciamento. Dentro dessa perspectiva, o Projeto 21 traz três palestrantes e advogadas que atuam na área ambiental para discutir sobre os principais aspectos que envolvem o EIA e o licenciamento sob a ótica comparativa das legislações do Brasil e do Canadá.
 
Programação
 
15h00 - Abertura dos trabalho
             Edmilson Moutinho dos Santos, Coordenador do PRH-04 e do Programa de Políticas de Energia e Economia do RCGI
 
15h10 - EIA na indústria de petróleo e gás no Canadá
             Flora Stevenson, Canadian Institute of Resources Law - CIRL (fsilveir@ucalgary.ca)
 
15h50 - Licenciamento ambiental na indústria de petróleo e gás no Brasil
             Mariana Miranda, Mestranda do PPGE/IEE/USP e pesquisadora do Projeto 21 (mfmiranda@outlook.com.br)
 
16h30 - Síntese EIA e Licenciamento
             Hirdan Katarina de Medeiros Costa, PRH-04, Coordenadora do Projeto 21 (hirdan@usp.br)
 
 

Palestra: Agenda 2030, Antropoceno e Utopia

Data: 
terça-feira, 25 Abril, 2017 - 15:00 até 17:00

AGENDA 2030, ANTROPOCENO E UTOPIA

Palestrante: Prof. Dr. José Eli da Veiga, Professor Sênior do IEE/USP

www.zeeli.pro.br
www.sustentaculos.pro.br
http://jornal.usp.br/radio-usp/perfis/jose-eli-da-veiga

25 abril 2017
15h00 às 17h00
auditório do IEE/USP - Av. Prof. Luciano Gualberto, 1.289, Cidade Universitária, São Paulo
este evento não necessita de inscrição prévia e não emitirá certificado de participação

Sinopse
Considerada a Agenda 2030, se o critério decisivo for a retórica das relações internacionais, particularmente aquelas que ocorrem no âmbito das Nações Unidas, pode-se concluir que o desenvolvimento sustentável já é a grande utopia contemporânea, a primeira do Antropoceno. O mesmo não ocorre, contudo, se o critério for a governança global, já que as instituições de governança do meio ambiente permanecem bem distantes daquelas que promovem a governança do desenvolvimento. Por isso, a rigor, nem chega a haver governança mundial da sustentabilidade, a menos que se entenda essa noção como restrita à questão ambiental.

 

 

Treinamento sobre a NBR 5419:2015 Proteção Contra Descargas Atmosféricas

Data: 
quarta-feira, 19 Abril, 2017 - 08:00 até 18:00

TREINAMENTO SOBRE A NBR 5419: 2015 PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS

17, 18 e 19 de abril de 2017
08h00 às 18h00
auditório do Instituto de Energia e Ambiente da USP - Av. Prof. Luciano Gualberto, 1.289, Cidade Universitária, São Paulo

O treinamento será ministrado pelo Dr. Hélio Eiji Sueta , Chefe adjunto da Divisão Científica de Planejamento, Análise e Desenvolvimento Energético do IEE/USP;  Secretário da CE 6410 do COBEI (Comissão de Estudos da ABNT que revisou a NBR 5419)  e Representante brasileiro no TC 81 da IEC (Lightning Protection).

Carga Horária de 27 (vinte e sete) horas

Descrição
 O treinamento aborda os aspectos da proteção de estruturas, pessoas e equipamentos contra os efeitos das descargas atmosféricas. Descreve os procedimentos da norma brasileira (Versão 2015) e da internacional e prepara os alunos para projetos, especificação, inspeções e manutenção de sistemas de proteção. É indicada principalmente para alunos das engenharias elétrica e civil atendendo também arquitetura ou técnicos da área elétrica. Será disponibilizada uma planilha de análise de risco de acordo com a NBR 5419-2: 2015 aos participantes.

Investimento
R$ 1.500,00 (Um mil e quinhentos reais por participante)
que deverá ser depositado em nome do Instituto de Energia e Ambiente da USP, CNPJ 63.025.530/0042-82 (Banco do Brasil, agência 7009-2, conta corrente 130411-9).  Após o depósito, o interessado deve encaminhar seus dados (nome, e-mail preferencial e telefone preferencial) e o comprovante do depósito bancário para planejamento@iee.usp.br

Informe Importante
Quem já adquiriu o TUPAN 2015 (Planilha de análise de risco) terá um desconto de R$ 400,00 (Quatrocentos reais) a ser descontada da inscrição.

Observação Importante
Em caso de desistência, não haverá reembolso de valor depositado.

Material que será disponibilizado aos participantes

  • DVD contendo cópia das apresentações em PDF (mais que 1000 slides);
  • Tutorial do TUPAN 2015 (vídeo aula com aprox. 60 minutos);
  • TUPAN 2015 – Planilha de análise de risco;
  • Trabalhos técnicos publicados em Congressos (aprox.. 50 trabalhos originais sobre o tema do treinamento);
  • Cópia da Tese de Doutorado do ministrante referente ao Uso de Componentes Naturais em SPDA;
  • Catálogos digitais de fabricantes de DPS;
  • Aplicativo para cálculo da Área de Exposição equivalente para Android

Contato: Sra. Adaljisa Paixão pelo telefone 11 3091-2631 e email planejamento@iee.usp.br

 

 

Série de Seminários sobre Desenvolvimento Sustentável com José Eli da Veiga

Data: 
terça-feira, 18 Abril, 2017 - 15:00 até 17:00
SÉRIE DE SEMINÁRIOS SOBRE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
 
com José Eli da Veiga, Professor Sênior do IEE/USP
 
março e abril de 2017
sala da ANP do IEE/USP
terças-feiras das 15h00 às 17h00
 
Programação
07 março - Introdução
14 março - A mais generosa visão do futuro
21 março - Para entender o desenvolvimento
28 março - Para entender a sustentabilidade
04 abril - Um alvo abrangente para 2030
18 abril - O maior desafio é a descarbonização
25 abril - Conclusão
 
Sinopse
Proliferaram usos ingênuos, distorcidos e até suspeitos da expressão “desenvolvimento sustentável”, desde sua emergência na virada para a década de 1990. Por isso é muito frequente que alguém se veja em maus lençóis ao tentar fazer o inverso: empregá-la com conhecimento de causa e rigor.

Por outro lado, não existem respostas prontas, claras e precisas para todas as dúvidas que esse problema é capaz de suscitar. Com os pés no chão, o máximo que se pode propor é uma abordagem que vacine contra as muitas escamoteações, distorções e ingenuidades que estão em voga, capaz de simultaneamente apontar um terreno firme para avançar nessa busca.

É por isso que para explicar o desenvolvimento sustentável é preciso começar com um sobrevoo que vai das origens históricas da expressão até controvérsias atuais sobre seu significado. O suficiente para sugerir que esse é um dos mais generosos ideais da humanidade.

Mas para que esse ideal seja efetivamente analisado, também é preciso examinar separadamente as duas noções que ele sintetiza: o desenvolvimento e a sustentabilidade. 

O segundo passo é, portanto, mostrar que desenvolvimento é a mais política das questões socioeconômicas, já que abrange desde a proteção dos direitos humanos até o aprofundamento da democracia, passando pelo acesso à educação de qualidade e tudo o que isso implica em termos de inovação.

Só que as coisas começaram a mudar quando a ciência passou a ser mais enfática e persuasiva — e principalmente mais ouvida — sobre as incertezas que estavam se multiplicando no tocante à relação da humanidade com a biosfera da Terra. Impôs-se assim a necessidade de que fosse condicionado a uma boa dose de prudência o progresso inerente ao desenvolvimento. E era isso que exprimia desde suas remotas origens a noção de sustentabilidade, objeto do terceiro seminário.

Como o objetivo é ajudar a entender o desenvolvimento sustentável, esta série poderia, a rigor, ter apenas essas três sessões. Pecaria, porém, por desatualização, já que duas questões bem mais concretas se tornaram imprescindíveis à compreensão do tema. 

De um lado, o processo de legitimação desse ideal até a adoção da Agenda 2030 “Transformando Nosso Mundo”, consagrada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

De outro, a questão do aquecimento global que exigirá intensa descarbonização da economia global nas próximas décadas, pois é principalmente disso que dependerá a sustentabilidade do desenvolvimento. 

Em suma, ao pretender ajudar a entender o desenvolvimento sustentável, esta série começa pela caracterização do processo que fez emergir esse ideal, em seguida aprofunda separadamente a análise das duas ideias centrais que o compõem, depois verifica qual é sua manifestação mais concreta ou prática, e finalmente enfatiza o problema de cuja solução ele mais está dependendo nesta conjuntura histórica. 

A Série de Sete Seminários exige público pequeno, em torno de 20 pessoas. É voltada exclusivamente para alunos da pós-graduação, preferencialmente dos dois programas do IEE/USP – PROCAM e PPGE, sendo que vagas excedentes serão abertas a alunos de outros programas.

Será solicitada inscrição prévia, porém, esta é uma atividade informal, isto é, não conta crédito na pós-graduação, não haverá lista de presença e não haverá certificação.

É recomendada leitura prévia do livro "Para Entender o Desenvolvimento Sustentável", Editora 34, 2015; de autoria do ministrante dos seminários.

 

 

 

Lançamento do livro Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos na Amazônia Brasileira

Data: 
segunda-feira, 17 Abril, 2017 - 17:00 até 19:00

O Programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental - PROCAM - do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo anunciam o lançamento do livro

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

Autor: Dr. Paulo Pinho, Consultor Ambiental, egresso do doutorado do PROCAM/IEE/USP

17 abril 2017
17h00
sala de seminários do IEE/USP - prédio S - Av. Prof. Luciano Gualberto, 1.289, Cidade Universitária, São Paulo

Sinopse
Com abordagem global tão sucinta quanto objetiva, a obra é um painel técnico-científico que traça os detalhes sobre opções e/ou alternativas racionais e de conscientização para ações práticas na administração dos resíduos sólidos das cidades, evitando consequências danosas à vida das populações atuais e de suas gerações. 

Em apenas três capítulos e um adendo conclusivo que conduzem à reflexão e inspiram a mobilização social, em especial de autoridades, o autor chama a atenção sobre as peculiaridades da região e evidencia os entraves do processo de gestão dos resíduos – mas também ensina o escape para a aplicação correta de iniciativas ambientais específicas nas esferas municipal,  estadual e federal em parceria com a própria população.

Sobre o autor
É doutor pela Universidade de São Paulo/ USP, formado no programa de Ciências Ambientais-PROCAM-trabalhando com Avaliação de Políticas Públicas em saneamento na Amazônia. Fez estágio de doutorado na Alemanha, na Universidade de Trier, campus Birkenfeld. Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Pará (1995), mestrado em Engenharia Civil- área de concentração Engenharia Urbana pela Universidade Federal de São Carlos (1999) e especialização em engenharia do controle da poluição ambiental da Faculdade de Saúde Pública FSP/USP (2008) e treinamento em Automóvel e Meio Ambiente, em Tsukuba, no Japão (2004). Tem experiência na área de Gestão Ambiental, com ênfase em Resíduos Sólidos e Avaliação de Impacto Ambiental (54 projetos realizados). Já orientou 28 trabalhos e participou de 40 bancas examinadoras. Tem um livro publicado e mais dois capítulos publicados em coletâneas de livros. É sócio diretor da empresa ARETÊ, consultoria ambiental urbana, e preside a Associação AMIGOS DE BELÉM.

 

USP e as Profissões - visita monitorada

Data: 
sexta-feira, 17 Março, 2017 - 14:00 até 17:00

USP e as Profissões - 2017

Dentro do programa "USP e as Profissões" da Pró-reitoria de Cultura e Extensão da USP, a visita monitorada ao IEE/USP aconteceu no dia 17 de março.

Programação:

14h00 - Recepção no auditório do IEE
14h15 - Abertura, com  Direção do IEE
14h30 - Visita aos laboratórios: Altas Correntes, Alta Tensão, Desempenho de Segurança, Fotovoltaico, Sismologia
16h30 - Palestra "Água e Metrópole" com a Profa. Dra. Ana Paula Fracalanza
17h00 - Encerramento

Workshop em Modelagem e Simulação de Cenários de Longo Prazo no Setor de Energia e Emissões de Gases de Efeito Estufa Associadas no Brasil

Data: 
segunda-feira, 30 Janeiro, 2017 - 09:00 até 17:00

O Instituto de Energia e Ambiente, através do PRH-04  (Programa de Recursos Humanos da ANP para o Setor Petróleo, Gás Natural e biocombustíveis - PRH-ANP/MCTI) em conjunto com o RCGI/USP (Centro de Pesquisa para Inovação em Gás Natural/Research Centre for Gas Innovation) realizaram o

Workshop em Modelagem e Simulação de Cenário de Longo Prazo no Setor de Energia e Emissões de Gases de Efeito Estufa Associadas no Brasil

30 janeiro 2017 - segunda-feira
09h00 às 17h00
auditório do Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Escola Politécnica da USP
Av. Prof. Mello Morais, 2.463, Cidade Universitária, São Paulo

O PRH-04 e o RCGI realizam desde 2016 pesquisa em modelagem e simulação de cenários de longo prazo de emissões de gases de efeito estufa (GEE) no setor de energia no Brasil, além das possíveis contribuições do gás natural para a implementação da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC - Nationally Determined Contribution) do Brasil, ao Acordo de Paris no âmbito da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC - United Nations Framework Convention on Climate Change). Na busca por uma ferramenta adequada de simulação, no final de 2016 foi feito contato com a equipe da IEA-ETSAP - Internacional Energy Agency Energy Technology Systems Analysis Program e esta prontamente se ofereceu para realizar um treinamento do software VEDA-TIMES na Universidade de São Paulo. Aproveitando a presença da equipe do IEA-ETSAP no Brasil e a vinda de outros grupos de pesquisa do país para o treinamento, organizamos um workshop com atores relevantes do setor. Este workshop tem por objetivo criar vínculos e apresentar/discutir resultados e caminhos futuros dessas pesquisas com formuladores de políticas públicas relacionadas ao setor de energia e mitigação da mudança do clima, instituições de pesquisa, organizações não governamentais e iniciativa privada.

Programação

Introduction to International Energy Agency Energy Technology Systems Analysis Program (IEA-ETSAP)
Technology Collaboration Programme and Modelling Tools
             Brian O Gallachoir, University College Cork, ETSAP Chairman

Developing the energy-related Brazilian Nationally Determined Contribution
             Jeferson B. Soares, EPE - Empresa de Pesquisa Energética

The State of São Paulo Energy Plan
             Dirceu Abrahão, Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo   

Modelling the Brazilian and the World energy/emissions scenarios
             Alexandre S. Szklo, PPE/COPPE/UFRJ

Panel NGOs on public discussion/participation
             David Tsai, IEE/USP and others

Panel Gas companies on private initiative discussion/participation and natural gas contribution
             Camila Brandão, Shell and others

Using IEA-ETSAP modelling tools to inform national policy - the future of gas and biogas in Ireland
             Brian O Gallachoir, UCC/ETSAP

Descoberta do Pré-Sal: diálogo com Guilherme Estrella

Data: 
sexta-feira, 2 Dezembro, 2016 - 11:00 até 12:00

O Instituto de Energia e Ambiente e o Instituto de Geociência da Universidade de São Paulo realizaram o evento:

DESCOBERTA DO PRÉ-SAL: DIÁLOGO COM GUILHERME ESTRELLA

02 dezembro 2016
11h00
auditório do IEE/USP, Av. Prof. Luciano Gualberto, 1.289, Cidade Universitária, São Paulo

Guilherme de Oliveira Estrella é geólogo, graduado em 1964 pela Escola Nacional de Geologia, atualmente Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1965 foi contratado pela Petrobras, empresa a qual dedicou toda sua carreira profissional.

Sua competência técnica e científica levou-o a exercer, com destaque, diversos cargos de liderança nas áreas de exploração e produção de petróleo, tais como a gerência de exploração, chefias, superintendências e diretoria de exploração e produção.

Estrella exerceu papel decisivo na consolidação do CENPES – Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras, como um centro de excelência reconhecido internacionalmente. Parte significativa do conhecimento geológico sobre as bacias sedimentares brasileiras emana das atividades desse Centro.

Sua atividade na Petrobras ocorreu no Brasil e no exterior, permitindo-lhe concretizar grandes descobertas científicas na área da Geologia do Petróleo, com amplo impacto econômico. Dentre suas descobertas, destacam-se, de forma ilustre para o país, as reservas de óleo e gás natural conhecidas como  Pré-Sal, nas bacias de Campos e Santos, situadas nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

Ao longo de sua carreira profissional na Petrobras, publicou trabalhos considerados clássicos na Geologia do Brasil, destacando-se o trabalho intitulado “O estágio rift nas bacias marginais do Leste brasileiro”, ainda hoje referência obrigatória para o entendimento da evolução tectono-estratigráfica de bacias de margens continentais passivas.

A sua competência acadêmica é demonstrada pela influência que exerceu sobre uma geração de profissionais na área de exploração e produção de petróleo, com desenvolvimento de conhecimento inovador e impacto externo à empresa, sobretudo nas universidades brasileiras. Essa competência acadêmica foi reconhecida pela Universidade do Porto (Portugal) e pela Universidade Federal de Ouro Preto (Minas Gerais, Brasil), que lhe concederam o título de Doutor Honoris Causa nos anos de 2009 e 2010, respectivamente.

    
    
    

Filme do evento

 

 

 

UGOC 2016 - Unconventional Gas and Oil Conference

Data: 
quarta-feira, 16 Novembro, 2016 - 08:00 até quinta-feira, 17 Novembro, 2016 - 18:00

UNCONVENTIONAL GAS AND OIL CONFERENCE – UGOC 2016

Exploration and Production Feasibility in Brazil

16 e 17 novembro 2016
Instituto de Energia e Ambiente – IEE/USP

Contexto
A revolução do óleo e gás natural não convencional, produzidos a partir das formações de shale (folhelho), mudou as regras do jogo nos Estados Unidos, no complexo tabuleiro do mercado de energia. A produção de gás natural induziu drástica queda nos preços do gás natural no Henry hub (principal pólo de referência) de USD14/MMBTU para menos de USD 4/MMBTU. Em 2009, os americanos ultrapassaram a Rússia na produção de gás natural e, de acordo com as projeções do EIA (Energy International Administration), em 2020 os EUA irão ultrapassar a Arábia Saudita, tornando-se o maior produtor de petróleo e gás natural do mundo, e em 2030, deverão ficar independentes de importações de petróleo. Em adição, o baixo preço de energia nos EUA é considerado o principal fator de recuperação da economia americana e também do processo em curso de reindustrialização do país.

Objetivo
Considerando que a sociedade necessitará de petróleo como fonte de energia por mais algumas décadas e que, dentre os derivados de petróleo, o gás natural é o produto mais limpo e que emite a menor quantidade de gases que geram o efeito estufa, o uso mais amplo de gás natural poderá servir para uma transição mais limpa e segura entre o emprego do carvão e óleo e o uso de fontes de energia renováveis. Neste sentido o UGOC 2016 teve como objetivo discutir de forma abrangente e integrada o óleo e gás naturais não convencionais, de modo a se estabelecer um polo de estudos, geração de conhecimento e sua disseminação para toda sociedade, incluindo membros do setor empresarial, universidades, órgãos governamentais, estudantes e cidadãos. Buscou-se divulgar e esclarecer, em linguagem clara e direta sob o ponto de vista técnico e científico, aspectos relacionados com a exploração e produção de gás não convencional, os potencias impactos econômicos, ambientais e sociais da atividade de perfuração horizontal, fraturamento hidráulico, utilização de água e o gerenciamento de efluentes.

Programa Realizado

Dia 16 de Novembro
Opening Session
Colombo Celso Gaeta Tassinari - Director of Institute of Energy and Environment of University of São Paulo
Vahan Agopyan - Vice-Rector of University of São Paulo
João Carlos de Souza Meirelles - Secretary of Energy and Mining of São Paulo
Ricardo Zuniga - General Consul of United States of America
José Goldemberg - President of FAPESP
Hamilton Varela - Provost's Office for Research of University of São Paulo
Overview about Politic and Economic Implications for Shale Gas Production in Brazil
Ildo Luis Sauer - Institute of Energy and Environment - USP
The US Unconventional Gas Experience - Can the Model be Repeated in Other Countries?
Vivek Chandra - CEO, Texas LNG Oil & Energy
The Paleozoic Shale of Paraná and Parnaíba Basins, Brazil, and their Potential for Shale Gas
Claudio Riccomini - Institute of Geosciences & Institute of Energy ans Environment - USP 
Sustainable Exploration of Shale Energy Resources in the Marcellus ans Utica Shale Areas, Appalachian Region
Thomas Brian Murphy - Penn State Marcellus Center for Outreach and Research - MCOR; Penn State Cooperative Extension
Technology Role in the Shale Revolution
Carolina Correa Lellis Peçanha - Petrochemcial Advanced Integration Specialists LLC
Latest Innovative Shale Technologies for the Region's Development
Marcelo Frydman - Technology Integration Center Manager, Schlumberger, Buenos Aires, Argentina
Dia 17 de Novembro
The Energy-Water nexus: Water use and Management of Flowback and Produced Waters Associated with Unconventional Oil and Shale Gas Development in the USA
Avner Vengosh - Division of Earth an Ocean Sciences, Nicholas School of the Environment, Duke University
Social and political Aspects of Unconventional Gas and oil Production
Aviezer Tucker - Assistant Director of the Energy Institute at the University of Texas at Austin
Local Impacts of Development of Unconventional Oil and Gas in the United States
Daniel Raimi - Energy Institute Lecturer, Gerald R. Ford School of Public Policy, University of Michigan
Conclusions and Closing Session
Giorgio F. Cesare de Tomi - Head of the Mining and Petroleum Department of Engineering School - USP
Edmilson Moutinho dos Santos - Institute of Energy and Environment & Research Centre for Gas innovation - USP
Célio Bermann - Institute of Energy and Environment - USP
 

 

 

 

Informações em http://www.iee.usp.br/ugoc

 

Intercâmbio de práticas e ferramentas de gestão de coleta seletiva e de organizações de catadores

Data: 
terça-feira, 25 Outubro, 2016 - 09:00 até 18:00

O Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo em conjunto com a Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, o WIEGO -  Women in Informal Employment: Globalizing and Organizing e o Observatório da Política Nacional de Resíduos Sólidos realizaram o Seminário:

INTERCÂMBIO DE PRÁTICAS E FERRAMENTAS DE GESTÃO DE COLETA SELETIVA E DE ORGANIZAÇÕES DE CATADORES

25 outubro 2016
09h00
auditório Paula Souza da Faculdade de Saúde Pública da USP
Av. Dr. Arnaldo, 715, São Paulo
Programação

O evento reuniu duas iniciativas nas quais o IEE, por meio da Divisão Cientifica de  Ciência, Gestão e Tecnologia  Ambiental está envolvido.

A primeira delas é um  Acordo de Cooperação Técnica  com o Observatório da Política Nacional de Resíduos Sólidos para o monitoramento e apoio a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. A segunda,  uma pesquisa em parceria com a Faculdade de Saúde Pública e a Wiego, e financiada pela FUNASA,  e o lançamento da publicação: Gestão da coleta seletiva e de organizações de catadores: indicadores e índices de sustentabilidade, um de seus produtos.

No período da manhã foram  apresentados e debatidos os projetos do Observatório da Política Nacional de Resíduos Sólidos, o panorama da coleta seletiva com inclusão de catadores no estado de São Paulo e os Termos de Compromisso de Embalagens em Geral, o panorama da coleta seletiva com inclusão de catadores no município de São Paulo e o projeto e metodologia de implantação da coleta seletiva nos 4.000 próprios municipais da cidade, e os resultados de pesquisa sobre coleta seletiva com e sem catadores na perspectiva da sustentabilidade e a publicação.

No período da tarde foi possível conhecer e dialogar com o público presente sobre várias experiências de gestão de organizações de catadores e de redes de catadores.  A importância do tema e da continuidade de promover espaços como estes de diálogo foi destacado pelos presentes no evento. 

Programação Realizada

Manhã
Abertura dos trabalhos
Apresentação do Observatório da Política Nacional de Resíduos Sólidos, Secretaria Executiva do Observatório(Slide)
Panorama da Política Nacional de Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo, CETESB (Slide)
Sistema Municipal de Coleta Seletiva com Inclusão de Catadores, AMLURB - Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, Prefeitura de São Paulo (Slide)
Implantação de Coleta Seletiva nos Prédios Públicos do Município de São Paulo, UMAPAZ - Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura da Paz, Prefeitura de São Paulo (Slide)
Apresentação de resultados da pesquisa "Coleta Seletiva com e sem Catadores", FSP/USP, IEE/USP e WIEGO - Women in Informal Employment: Globalizing and Organizing
Lançamento da Publicação "Gestão de Coleta Seletiva e de Organizações de Catadores:Indicadores e Índices de Sustentabilidade (Slide)

Tarde
Coleta Seletiva com Inclusão na Cidade de São Paulo na Visão dos Catadores, COREJI - Cooperativa de Reciclagem Jardim Ipanema
Gestão de Organizações de Catadores na Visão dos Catadores, Cooperativa Chico Mendes
Gestão de Organizações de Catadores na Visão dos Técnicos, Conceito Soluções Criativas e Produção Cultural
Gestão de Cooperativas para Resíduos Eletrônicos, Instituto GEA (Slide)
Gestão em Rede - Criando a Cultura da Reciclagem e Comercialização do Vidro com apoio a Capacitação de Cooperativas e Redes, Caminho Suaves Sócio Ambiental (Slide)
Gestão de Redes de Cooperativas

Este evento contou com o apoio da UMAPAZ - Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura da Paz, Prefeitura de São Paulo.

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